domingo, 25 de setembro de 2011

Moleques mimados e covardes

Os jogadores que hoje vestiram a camisa do Palmeiras, com poucas exceções, mostraram, mais uma vez, que não honram a camisa, a história e a torcida palmeirense. Tratam-se de moleques mimados e covardes.

Se houvesse apenas um pingo de vergonha na cara, devolveriam o salário que lhes é pago. Mas, que nada, vão gastar em baladas e bebidas.

Estão pouco se lixando para o torcedor palmeirense.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

domingo, 26 de junho de 2011

Falta tesão

Reduzi significativamente as postagens aqui no blog nas últimas semanas. Falta-me vontade para escrever sobre as coisas do Palmeiras. Após a broxante eliminação no Paulistão 11 e a vergonhosa derrota para aquela porcaria paranaense na Copa do Brasil 11, confesso que meu desânimo com a SEP aumentou muito.

A frustrante gestão de Belluzzo seguida pelo retorno do sapo-boi e seus fantoches - espelhado na figura pequena e tosca de Caco - já haviam derrubado minhas esperanças com o Palmeiras em níveis minúsculos. Porém, havia a esperança em Felipão, Marcos, Valdívia, Kleber ... Havia! Não há mais. Os jogadores medíocres que os acompanham no elenco palmeirense derrubam qualquer otimismo.

O bom início no Brasileirão 11 foi uma tênue lufada de engôdo desfeita no gramado do jogo de hoje no Ceará. Os jogadores - salvo poucas exceções - mostraram sua verdadeira face: fracos, covardes e omissos. Falta-lhes a fibra dos verdadeiros campeões. Um time sem tesão pela vitória. Um time que não empolga, não fascina. Um conjunto de jogadores sem altivez e que reflete a pequenez e a mediocridade da diretoria da SEP.
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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Os coxinhas "sifu"

Deu Vasco, (de Diego Sono e Jumar) ... para alegria da Mancha.

Continuo sem entender o que rolou naquele vergonhoso jogo.
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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Belíssima maglia



O novo uniforme da SEP é uma homenagem aos heróicos jogadores que venceram o Mundial de 51. Confiram aqui.
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sábado, 14 de maio de 2011

Caco, pede para sair


Após assinar a re-ratificação do contrato da Nova Arena Palestra e deixar a saparia assanhada (confiram aqui), Caco, o Sapo, surtou!

Abriu a "bocarra" e vomitou bobagens para a mídia:

"Tirone diz que Valdívia foi mau negócio". Confiram clicando aqui

A entrevista é assustadora e indica que Caco é muito burro ou enlouqueceu. Em ambas situações, para o bem do Palmeiras, só resta ao torcedor do Verdão exigir a renúncia do burro enlouquecido:

- Caco, pede para sair!
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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Sapos assanhados

Caco, o Sapo, embaçou o que pôde, mas ... assinou!

Após afirmar que apenas defendia os interesses do Reino do Sapos, o fantoche do sapo-boi foi desmascarado. Os tais interesses revelaram-se mesquinhos. Visavam, somente, algumas pequenas mordomias para os sapos puxadores de saco. O chefão, vulgo sapo-boi, está satisfeito. Poderá desfilar  nas alamedas do reino negociando privilégios para a saparia. Cada sapo busca sua boquinha no reino que apodrece, apodrece ... e transforma-se rapidamente em um pântano nebuloso e fétido.

Pois é, os sapos estão assanhados.

É o Forrobodó da Saparia (*)

Foi na lagoa
Sapo-boi, perereca rapacuia
Se encontraram lá no brejo
Pra dançá Forrobodó

O cururu
Que pegou logo na tuba
Convidou o Zé Caçote
Pra cantá pelo gogó
Dança pé rachado
Cururu fardado
Sapo de botina
Lagartixa de sapato


Pobres súditos verdes!

(*) fonte: aqui.
composição: Lindembergue Rocha Cardoso - Compositor brasileiro nascido em Livramento, Estado da Bahia, integrante da escola baiana de música contemporânea, mas que não negou suas raízes sertanejas. Começou a carreira tocando em bandas no interior da Bahia e em conjuntos populares. Ingressou (1959) no Seminário de Música da Universidade da Bahia, onde se formou (1970). Ainda como estudante integrou o madrigal universitário, deu aulas de música e regeu o coral do mosteiro de São Bento, em Salvador, e apresentou Procissão das carpideiras no Festival de Música da Guanabara (1969). Já como profissional diplomado recebeu o primeiro prêmio do concurso de música do Instituto Goethe (1971) com Kyrie Christe, e representou o Brasil na Bienal de Paris com Espectros (1971). Também participou do I Encontro de Compositores Brasileiros, no Rio de Janeiro (1971), quando foi fundada a Sociedade Brasileira de Música Contemporânea, dirigida por Marlos Nobre. Atuou como regente de coro, grupos de câmara escreveu música para teatro, como para Medéia (1973) e As Feras (1974), de Vinícius de Morais. Compôs também a Missa João Paulo II apresentada na visita do papa a Bahia (1981), para um coral de 670 vozes, com percussionistas e organistas. Também compôs Forrobodó da saparia (1982) para coro, Relatividade I (1983) para orquestra, obtendo o prêmio no Concurso Nacional de Composição da Bahia, e Xaxando (1984), para orquestra.
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