A eleição do Professor Belluzzo para Presidente da SEP certamente representou para a imensa maioria de palmeirenses – dentre os quais esse torcedor, sócio e blogueiro – a esperança de reencontro com as conquistas e as glórias que fizeram do Palmeiras o Campeão do Século XX.
O desejo era, e ainda é, de uma gestão profissional, moderna, transparente, democrática, participativa, ética e que, acima de tudo, respeite a história e a tradição da SEP, projetando o clube e o futebol para um futuro auto-sustentado e independente.
O desejo era, e ainda é, que o Professor Belluzzo torne-se o líder que conduza as diferentes forças políticas da SEP para projetos que, acima de tudo, beneficiem o Palmeiras e só o Palmeiras.
Que os interesses pessoais que sempre caracterizam diversas “igrejinhas” existentes no clube pudessem ser, enfim, eliminados.
O desejo era, e ainda é, que as forças retrógradas e egoístas fossem varridas para longe das alamedas do clube.
Passaram-se quatro meses da eleição de Belluzzo.
E o que já foi realizado pelo Presidente para a condução da SEP na direção das mudanças apontadas acima?
Esse post retoma o tema “política e gestão na SEP”, após providencial e necessária pausa.
Pretendo, a partir de hoje, talvez uma vez por semana, comentar sobre o tema.
Espero contribuir com análises críticas e imparciais sobre a gestão de Belluzzo e sobre a política "intestina" da SEP.
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