segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Sapo-boi



Os Sapos (*)

Enfunando os papos,
Saem da penumbra,
Aos pulos, os sapos.
A luz os deslumbra.

Em ronco que aterra,
Berra o sapo-boi:

Se não cumprir o que ficou estabelecido como princípios da administração terá minha discordância, não vou tolerar"  fonte

(*) Início do poema "Os Sapos", de Manuel Bandeira. Poema completo aqui.

Te cuida, Pituca!
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