sábado, 14 de maio de 2011

Caco, pede para sair


Após assinar a re-ratificação do contrato da Nova Arena Palestra e deixar a saparia assanhada (confiram aqui), Caco, o Sapo, surtou!

Abriu a "bocarra" e vomitou bobagens para a mídia:

"Tirone diz que Valdívia foi mau negócio". Confiram clicando aqui

A entrevista é assustadora e indica que Caco é muito burro ou enlouqueceu. Em ambas situações, para o bem do Palmeiras, só resta ao torcedor do Verdão exigir a renúncia do burro enlouquecido:

- Caco, pede para sair!
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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Sapos assanhados

Caco, o Sapo, embaçou o que pôde, mas ... assinou!

Após afirmar que apenas defendia os interesses do Reino do Sapos, o fantoche do sapo-boi foi desmascarado. Os tais interesses revelaram-se mesquinhos. Visavam, somente, algumas pequenas mordomias para os sapos puxadores de saco. O chefão, vulgo sapo-boi, está satisfeito. Poderá desfilar  nas alamedas do reino negociando privilégios para a saparia. Cada sapo busca sua boquinha no reino que apodrece, apodrece ... e transforma-se rapidamente em um pântano nebuloso e fétido.

Pois é, os sapos estão assanhados.

É o Forrobodó da Saparia (*)

Foi na lagoa
Sapo-boi, perereca rapacuia
Se encontraram lá no brejo
Pra dançá Forrobodó

O cururu
Que pegou logo na tuba
Convidou o Zé Caçote
Pra cantá pelo gogó
Dança pé rachado
Cururu fardado
Sapo de botina
Lagartixa de sapato


Pobres súditos verdes!

(*) fonte: aqui.
composição: Lindembergue Rocha Cardoso - Compositor brasileiro nascido em Livramento, Estado da Bahia, integrante da escola baiana de música contemporânea, mas que não negou suas raízes sertanejas. Começou a carreira tocando em bandas no interior da Bahia e em conjuntos populares. Ingressou (1959) no Seminário de Música da Universidade da Bahia, onde se formou (1970). Ainda como estudante integrou o madrigal universitário, deu aulas de música e regeu o coral do mosteiro de São Bento, em Salvador, e apresentou Procissão das carpideiras no Festival de Música da Guanabara (1969). Já como profissional diplomado recebeu o primeiro prêmio do concurso de música do Instituto Goethe (1971) com Kyrie Christe, e representou o Brasil na Bienal de Paris com Espectros (1971). Também participou do I Encontro de Compositores Brasileiros, no Rio de Janeiro (1971), quando foi fundada a Sociedade Brasileira de Música Contemporânea, dirigida por Marlos Nobre. Atuou como regente de coro, grupos de câmara escreveu música para teatro, como para Medéia (1973) e As Feras (1974), de Vinícius de Morais. Compôs também a Missa João Paulo II apresentada na visita do papa a Bahia (1981), para um coral de 670 vozes, com percussionistas e organistas. Também compôs Forrobodó da saparia (1982) para coro, Relatividade I (1983) para orquestra, obtendo o prêmio no Concurso Nacional de Composição da Bahia, e Xaxando (1984), para orquestra.
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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Sapos em fuga

A saparia que se apossou do Palmeiras sentiu a força dos sócios que não concordam com a maneira pela qual Caco, o sapo, fantoche do sapo-boi, conduz o Campeão do Século XX (vejam o post do Verdazzo, clicando aqui).

Os esforços da saparia em transformar o Palmeiras em um pântano de horrores precisam ser detidos. A boa e surpreendente campanha do Palmeiras no Paulistão e na Copa do Brasil, até poucos dias atrás, atenuava as críticas aos sapos e permitia que velejassem com pouca ou nenhuma marola.

Porém, o embate com a WTorre sobre a construção da Nova Arena Palestra, a opção de jogar com os gambás no Pacaembu (contrariando a Comissão Técnica e boa parte dos jogadores), não ter conseguido vetar PCO como árbitro do decisivo Dérbi e, finalmente, o desastre no Couto Pereira, provocaram um maremoto nas alamedas do clube.

A insatisfação dos sócios oriundos das arquibancadas não alinhados com a saparia é apenas um dos primeiros movimentos para afugentar os sapos e seus seguidores. A união dos sócios e da torcida que se opõem ao sapo-boi e aliados é uma questão de vida ou morte para a SEP. Unidos (oposição e torcida) são fortes o bastante para salvarem o Palmeiras. É uma questão de tempo para que os sapos saltem em fuga das alamedas. Mas ... será necessário muito esforço e trabalho.
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domingo, 8 de maio de 2011

Felipão, estamos contigo


A virtual desclassificação na CB 11 demonstrou, com requintes de crueldade, que o caminho seguido pelo Palmeiras neste início de ano precisa ser revisto.  Felipão fez o melhor que pôde com os jogadores que tinha à disposição. Mas, a goleada sofrida em Coritiba escancarou a crônica deficiência do elenco, o pouco compromisso de alguns jogadores e o despreparo emocional de outros tantos. A opção tática precisa ser alterada e o elenco reforçado. Ou seja, o time precisa ser reconstruído.

No entanto, a reconstrução do time passa necessariamente por decisões e ações da diretoria de futebol, ou seja, o vice-presidente Frizzo. O já não tão novo Senhor do Futebol do Palmeiras (está no cargo há mais de três meses) terá competência para realizar boas contratações? Será capaz de trazer jogadores de qualidade e dispostos a honrarem a camisa alviverde? Eu não acredito. Duvido que Frizzo e seus aliados tenham competência para liderarem e conduzirem o futebol do Palmeiras.

Minhas esperanças estão depositadas em Felipão. O técnico palmeirense é o único capaz de extrair o melhor dos jogadores do atual elenco e manter o time com um mínimo de estrutura tática competitiva.

Por isso, reafirmo:

# Felipão, estamos contigo.
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sábado, 7 de maio de 2011

Covardia

Rivaldo e Luan foram escolhidos pela torcida para pagaram a conta da virtual e humilhante desclassificação do Palmeiras na CB 11. A insatisfação manifestada pelo torcedor palmeirense aos dois jogadores não é de hoje. Também acho que são jogadores sem qualidades para a titularidade do Verdão. No entanto, são esforçados e aplicados taticamente. Dão o máximo que podem e jogam no limite de suas possibilidades.

Não é o caso de Lincoln e Kleber. E o que fizeram esses dois jogadores no Couto Pereira? Nada! Absolutamente nada. Quem decide jogos não são os carregadores de piano, mas sim os jogadores de maior qualidade técnica.

E Assunção? Danilo? Jogaram bem?

Na eliminação do Palmeiras ocorrida diante do Goiás, em pleno Pacembu, pela CSA 10, Kleber, Lincoln, Danilo e Assunção também não jogaram nada.

Portanto, penso ser uma grande covardia e injustiça escolher Luan e Rivaldo como os principais vilões. Penso que são menos responsáveis que Kleber, Lincoln, Assunção e Danilo. Afinal, laranjeira dá como frutos laranja e limoeiro, limões.

Culpar Luan e Rivaldo significa tampar o sol com a peneira.

Por outro lado, criticar Felipão, assim como ocorreu com Luxemburgo e Muricy, e especular sobre a sua saída é outro enorme erro.

O Palmeiras, nos últimos 10 anos, acumula derrotas e fracassos. Provoca seguidas frustrações ao torcedor palmeirense.

Será que o problema está restrito aos jogadores e à comissão técnica?

É uma enorme covardia e um grande e repetido erro apontar o dedo para os limitados e esforçados Luan e Rivaldo!
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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Que time é esse?

Vergonhoso.

O que aconteceu com o time do Palmeiras?

Com a palavra Tirone, Frizzo e demais integrantes da "saparia" que comanda o Palmeiras ...
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terça-feira, 3 de maio de 2011

domingo, 1 de maio de 2011

Orgulho de ser Palmeiras

O Verdão não vai disputar as finais do CP 11. Foi impedido pelo apito de um gambá (com expressivo histórico prejudicial ao Palmeiras). E não foi a primeira vez. A FPF e a mídia precisavam dos gambás nas finais. Coisas do sistema, como disse Felipão (confiram, clicando aquiaqui).

Apesar de todas as adversidades enfrentadas pelo Palmeiras, o time alviverde foi melhor e manteve-se na briga o jogo todo. Não critico os valorosos e aplicados jogadores do Verdão. Foram guerreiros e mereceram os aplausos da torcida que compareceu ao Pacaembu, inclusive esse blogueiro.

Tenho orgulho de ser Palmeiras:

- Os títulos conquistados pelo Verdão são limpos e honram nossa história. Nossos campeonatos foram vencidos no campo de jogo, sem esquemas e ajuda da arbitragem.

- Nosso estádio não tem incentivos fiscais e dinheiro público.

Já, nossos rivais e inimigos não podem dizer o mesmo.

Parabéns, Guerreiros Verdes!
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